QUEM SOMOS PRODUTOS CLIENTES ESCRITÓRIOS NEWSLETTER ARTIGOS RELEASES CONTATO

SALA DE IMPRENSA

HOME

Arquivo de Releases

BUSCA:


CCR fecha 2009 com crescimento de 17,1% no volume de tráfego em suas rodovias


Empresa encerrou o ano passado com receita de R$ 3,089 bilhões e uma bem-sucedida oferta pública de ações


A CCR, o maior grupo privado de concessões de infraestrutura do País e um dos cinco mais representativos do mundo, registrou, em 2009, volume recorde em suas rodovias. A empresa encerrou o ano com um aumento de 17,1% no tráfego. Apenas no quarto trimestre, o crescimento registrado foi de 19,5%, em comparação com os últimos três meses de 2008. O aumento real de tráfego, sem a inclusão dos dados de Renovias e CCR RodoAnel, foi de 4,5% no trimestre e de 0,2% no ano.

“Mesmo com a crise econômica pela qual o mundo passou em 2009, conseguimos finalizar importantes operações, como a aquisição de 45% da Controlar, o financiamento de longo prazo para o trecho oeste do Rodoanel e o aumento de capital na Bolsa de Valores. Essas conquistas e a retomada do crescimento de tráfego observado no último trimestre e em janeiro deste ano nos permitem projetar mais um ano de bons negócios, sempre priorizando a premissa da CCR de disciplina de capital e crescimento qualificado”, explica o presidente da CCR, Renato Vale.

Um dos destaques do tráfego foi em relação ao número de usuários do sistema eletrônico de pagamento Sem Parar/Via Fácil, que se expandiu 42,6% em relação ao 4TRI08, totalizando 1,858 mil tags ativos. No ano, a arrecadação com esse tipo de cobrança cresceu 19,2% e teve uma participação de 56,2% do total arrecadado nas praças de pedágio.

No quarto trimestre, a receita líquida totalizou R$ 841,4 milhões, 14,6% a mais do que no mesmo período do ano passado. O crescimento da receita durante todo o ano seguiu no mesmo patamar (+13%), subindo para R$ 3,089 bilhões. O EBTIDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também apresentou crescimento, totalizando R$ 1,960 bilhão em 2009 e R$ 520,4 milhões nos três últimos meses do ano passado.

Por outro lado, a adesão ao programa de redução e parcelamento de tributos, aliado a fortes investimentos na ViaQuatro, Controlar, Renovias e CCR RodoAnel provocou uma queda de 11,1% no lucro líquido do ano passado, que fechou em R$ 634,6 milhões. No quarto trimestre, o resultado positivo foi de R$ 111,7 milhões, 40,8% abaixo na comparação com o mesmo período de 2008.

Investimentos

Os investimentos realizados pelo Grupo CCR em 2009 somaram R$ 983,6 milhões. Apenas no quarto trimestre, foram aplicados R$ 296,7 milhões em obras como o Complexo Anhanguera, Projeto Cebolão, implantação de pistas marginais na Via Dutra, na região do Rio de Janeiro, conservação especial em pavimento rígido no trecho oeste do Rodoanel, além da restauração e manutenção do pavimento na PR-151. A ViaQuatro continuou em fase pré-operacional, realizando o adiantamento para pagamento dos fornecedores de sistemas e material rodante.

Em 2010, a expectativa de investimento é de R$ 1,483 milhão, com destaque para o início da operação da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, que exigirá investimentos de aproximadamente R$ 200 milhões.

Em novembro, a CCR concluiu sua terceira oferta pública de ações na BM&FBovespa, arrecadando R$ 1,235 bilhão. Com a operação, a empresa colocou 38,2 milhões de novos papéis no mercado, aumentando o porcentual de ações em circulação para 34,78%, muito além do exigido pelo Novo Mercado. Além disso, o montante negociado diariamente na Bovespa subiu de R$ 20 milhões para R$ 40 milhões.

Outra importante conquista da CCR em 2009 aconteceu em dezembro, quando a concessionária CCR RodoAnel assinou junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Japan Bank for International Cooperation (JBIC) e quatro bancos comerciais um empréstimo de longo prazo no valor de US$ 940 milhões.

O BID financiará US$ 100 milhões e o JBIC US$ 200 milhões. Outros US$ 200 milhões serão financiados, em partes iguais, pelas instituições Caixa Geral de Depósitos, Banco Espírito Santo e Calyon. Do total da dívida, US$ 200 milhões vencem em 13 anos e os outros US$ 300 milhões têm prazo total de 15 anos.

O financiamento do projeto inclui ainda R$ 750 milhões de dívida subordinada fornecidos pelo Banco Bradesco. Estes recursos serão utilizados para financiar os investimentos necessários no trecho durante os 30 anos de concessão, estimados em R$ 465 milhões. A operação rendeu à CCR o prêmio de Melhor Operação no Setor de Transportes em 2009 da renomada revista inglesa Project Finance International.

Grupo CCR é aprovado por seus usuários

No final de 2009, mais uma vez, a CCR realizou uma pesquisa de satisfação junto a seus usuários. De acordo com levantamento feito pelo Instituto Datafolha e gerenciado pela Somar Marketing e Pesquisas, que ouviu cerca de 3.500 usuários das rodovias do Grupo CCR, os trabalhos realizados pelas concessionárias do Grupo CCR foram aprovados em média por mais de 80% dos usuários.

A pesquisa de Satisfação e Imagem do Grupo CCR também mediu a avaliação dos usuários e formadores de opinião sobre o pagamento do pedágio. Neste levantamento, quase 85% dos entrevistados disse que valeu a pena pagar o pedágio nas rodovias do grupo, o que demonstra a grande aceitação do púbico em relação à continuidade do programa de concessões de rodovias.

Sobre a CCR: A CCR, uma das maiores empresas de concessão de rodovias do mundo, foi criada em 1998 e controla sete concessionárias de rodovias: CCR Ponte (RJ), CCR NovaDutra (SP-RJ), CCR ViaLagos (RJ), CCR RodoNorte (PR), CCR AutoBAn (SP), CCR ViaOeste (SP) e CCR RodoAnel (SP). O conjunto de empresas controladas pela CCR é denominado Grupo CCR e suas rodovias somam 1.571 quilômetros. A CCR tem ainda participação de 40% na concessionária Renovias, de 58% na ViaQuatro, que vai operar e manter a futura Linha 4 do metrô de São Paulo, e de 45% na Controlar, responsável pela inspeção veicular ambiental na capital paulista. O controle de seu capital é dividido entre grandes grupos empresariais brasileiros e um português. De suas ações ordinárias, 34,80% são negociadas no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, também de acordo com modelos contábeis internacionais. A companhia pertence aos índices IBrX-50, IBrX-100, MSCI Latin America e Ibovespa. Foi a pioneira no ingresso ao Novo Mercado da Bovespa, o segmento mais rígido do mercado acionário brasileiro.


Assessoria de imprensa - CCR:

Edvaldo Chequetti edvaldochequetti@rp1.com.br
Rafaela Prieto rafaelaprieto@rp1.com.br
Marcia Glogowskimarciaglogowski@rp1.com.br

RP1
Comunicação
Tel.: 11 5501-4655
www.rp1.com.br

volta


© Copyright 2006 - RP1 Comunicação Empresarial - Todos os direitos reservados - Desenvolvido por AD&R Marketing